terça-feira, 9 de novembro de 2010

Inutilidades diárias

Hoje machuquei meu braço numa porta, nada sério, apesar de ainda ter uma mancha vermelha. Tentei passar rápido, fui rápido demais, a porta não tinha aberto direito e enfiei a maçaneta na dobra do meu braço. Felizmente a maçaneta não era pontuda.

Lição do dia: se você está com pressa, empurre a porta com força.

Ou não tenha tanta pressa.

Mas no meu caso justificou. Acho. Possivelmente.

Was es ist

Erich Fried

Es ist Unsinn
sagt die Vernunft
Es ist was es ist
sagt die Liebe

Es ist Unglück
sagt die Berechnung
E ist nichts als Schmerz
sagt die Angst
Es ist aussichtlos
sagt die Einsicht
Es ist was es ist
sagt die Liebe

Es ist lächerlich
sagt der Stolz
Es ist leichtsinnig
sagt die Vorsicht
Es ist unmöglich
sagt die Erfahrung
Es is was es ist
sagt die Liebe

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Da comédia

Como é bom experimentar um bom exemplar de comédia.

Embora algumas pessoas desprezem comédia como um estilo pobre, que não estimula o pensamento, eu acho que uma boa comédia consegue provocar o pensamento de forma sublime e, muitas vezes, tem uma permissão especial para expor opiniões que em outros estilos seriam imediatamente descartadas.

A vida é séria demais para ser levada a sério.

sábado, 6 de novembro de 2010

O Sentido da Vida

De acordo com o Monty Python:

M-hmm. Well, it's nothing very special. Uh, try and be nice to people, avoid eating fat, read a good book every now and then, get some walking in, and try and live together in peace and harmony with people of all creeds and nations.

Parece bom o suficiente para mim.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Para pensar

Por que os palhaços parecem sorrir o tempo todo?

Pois eles sabem que é a verdadeira piada.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Hoje eu jogo

Achei um jogo curioso.

Mudando a forma como descrevemos o mundo, mudamos como podemos interagir, até conseguirmos achar um resultado agradável.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Do peso das palavras

Muitas pessoas acreditam em energia das palavras. Elas acham que não devemos falar certas palavras porque elas atraem energias ruins, ou, ao contrário, devemos falar palavras que atraem energias positivas.
Eu não sou uma delas.
Contudo, eu acredito em peso das palavras. Peso é algo simbólico, mas não místico. Eu simplesmente acredito que o significado da palavra acaba por ser atenuado de acordo com o (ab)uso que o falante faz.
Por exemplo, não é muito mais forte o palavrão falado por aquela pessoa calada e tímida em um momento de raiva, em oposição aquele bêbado que fala um a cada três palavras?
E quanto à desculpa daquele desastrado sem esperança que repete a cada prato caído, comparada com a do orgulhoso que não admite seus erros?
Eu gosto de preservar meu peso, portanto quando eu mandar aquele palavrão contra você, lembre-se, é com sentimento.